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A Psicoterapia Individual realiza-se por norma individualmente, podendo por vezes ocorrer o dialogo com pessoas significativas dos relacionamentos do paciente

Visa essencialmente o apoio do paciente em diversas áreas da sua vida, tanto interior / afectiva como externa, perante as quais se sinta incapaz de lidar sozinho e que lhe acarretem sofrimento, ponham em causa o seu equilíbrio afectivo (ex: dificuldades em manter uma relação existente) ou façam perigar o seu sucesso do ponto de vista externo (ex: conflitos recorrentes no emprego, problemas escolares, etc).

Apresenta um misto de objectivos de adaptação do sujeito à realidade que o cerca e de maturação psicológica, pretendendo-se nas consultas promover a diminuição dos problemas reais da pessoa e correlativamente dos sentimentos subjectivos que são inerentes às dificuldades sentidas, tais como depressão, angustia, ansiedade, medo, indecisão, etc.

O aconselhamento, o apoio na compreensão das próprias atitudes e das reacções de terceiros perante o problema sentido, a ajuda á reflexão acerca do assunto em causa e o estabelecimento de pontes entre o sentir actual do paciente e as origens do mesmo em experiências infantis, ajudam à explicação e ultrapassagem dos bloqueios sentidos e vividos, permitindo que ocorra uma modificação do paciente no que concerne essencialmente ao assunto em questão mas não só (também no geral da vida interior e exterior do paciente), o que eleva o equilíbrio psíquico e bem-estar do paciente.
 
 
 
 
A Psicanálise é uma ciência e técnica das psicoterapias, criada e desenvolvida com base nas descobertas de sigmund freud, organizadas sob a forma de uma teoria do funcionamento psíquico.

Pretende auxiliar o paciente a aprender a pensar livremente - sem (pré)conceitos pessoais ou constrangimentos sociais - sobre os problemas que manifesta a nível de mal-estar interior mais ou menos permanente ou de questões difíceis de resolver na vida quotidiana.

Tem como a priori que o paciente fale livremente sobre as suas questões, sem escolha prévia de assunto nem censura de qualquer tema, não ocorrendo qualquer directividade, censura ou orientação do terapeuta, sendo a função do mesmo interpretar o discurso do paciente, ou seja, propor novos sentidos e novas leituras para o que o paciente esta a narrar, gerando-se assim novos esclarecimentos acerca dos problemas que estao a ser falados.
 
 
 
 
 
 
 
 
Os objectivos da psicoterapia psicanalítica são sobretudo a obtenção de maior compreensão interior (designado insight, que permite enriquecimento pessoal dum ponto de vista afectivo e cognitivo) dos conflitos que o assaltam, e para os quais ele próprio pesquisará soluções, ao faze-lo correlativamente surgirão novos modos, mais positivos, de se relacionar consigo próprio (com a sua identidade, perceber melhor quem é) e com as suas relações na realidade externa.

É uma técnica que se insere na Ética da Liberdade e capacidade do próprio paciente em resolver os seus problemas - com a ajuda do psicoterapeuta, que “unicamente” o auxilia na espelhagem do seu Eu, a tomar consciência de verdadeiramente quem é, não o dirigindo, não lhe propondo soluções externas.
 
 
 
 
No caso das terapias do casal, a intervenção centra-se prioritariamente naquilo que liga e desune o casal (aspectos positivos e negativos da relação) e não tanto nos problemas pessoais que cada elemento possa ter. Caso se observem dificuldades psicológicas num dos elementos (ou nos dois), pode(m) seguidamente ser consultado(s) individualmente. Como exemplo, podemos referir o caso de um dos elementos do casal ter sintomatologia depressiva ou ansiosa há muito tempo.

É uma técnica de intervenção relativamente curta, efectuada geralmente numa periodicidade entre quinzenal e mensal.

Tanto as técnicas da terapia familiar e do casal podem ser conjugadas com outras, tais como as farmacológicas ou a psicoterapia individual e cabe ao terapeuta, de acordo com os solicitadores da ajuda, propor-lhes o melhor esquema de intervenção em função dos problemas apresentados.
 
 
 
 
 
 
 
A Terapia Familiar parte da noção de que o sistema familiar exerce forte influencia em todos os seus membros.

As terapias da família baseiam-se no conceito de que o adoecer psíquico de uma pessoa, ou seja, a decisão de procurar ajuda, se insere num contexto sistémico, ou seja, num sistema de relações sociais, com enfoque no sistema familiar e que está por este fortemente determinada.

Assim, procurar ajudar para algum elemento de uma família é muitas vezes sinónimo de procurar ajuda para um mal-estar familiar que aquele elemento revela, trás à luz do dia.

Assim, pode haver pedidos de ajuda para determinado elemento que, sendo manifestação da disfunção familiar, somente poderão ser ultrapassados quando a família é abordada e trabalhada.

Também por vezes o pedido se centra no mau relacionamento dos elementos da família, mas mesmo nestes casos, geralmente existe uma espécie de elemento evidenciado, ou seja, um elemento que é considerado mais perturbador do bem-estar familiar.
 
 


O casal Akenaton – Nefertiti numa cena familiar, com seus filhos.A família real nunca era representada na sua vida pessoal, até esta data.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O Psicodrama psicanalítico é uma técnica terapêutica realizada com um grupo de até 10 pacientes, de diferentes idades e problemáticas, que compartilham os problemas individuais de cada um gerando uma solidariedade e apoio mutuo que fortalece e esclarece cada elemento por si. São orientados em co-terapia por um Director do Psicodrama e um Ego-auxiliar.

Geralmente em cada sessão é pedido pelo Director do Psicodrama a um ou mais elementos que representem aspectos que têm a ver com conflitos da sua personalidade, sendo a representação observada ou mesmo participada por todos; seguidamente é comentada por todos, cabendo os comentários finais primeiramente ao Ego - auxiliar e depois ao Director do Psicodrama.

Pela utilização do corpo em acção, observado por todos, torna-se uma técnica muito activa, que propicia uma rápida erupção à consciência dos problemas e conflitos emocionais, em simultâneo da(s) pessoa(s) que dramatizou(am) e dos outros elementos do grupo, que, associando os seus próprios complexos emocionais aos que observaram ou através da participação na dramatização, tomam também consciência da sua realidade interior e de aspectos do seu eu que desconheciam e sobre os quais seguidamente reflectem e tendencialmente verbalizam.

Por ser uma técnica grupal, aspectos como a relação com intimidade, o vinculo afectivo, a interacção mutua / social, a confiança no outro e a auto-confiança, a capacidade de espontaneidade, o falar de si próprio são significativamente aumentados, á medida que a pessoa se liberta de constrangimentos emocionais e visões fantasistas em relação à sua pessoa e à reacção dos outros em relação à sua pessoa e progride no sentido de uma maior capacidade de conhecimento de si próprio,
de interacção, de fortalecimento psicológico e de autonomia, á medida que se vai conhecendo e verbalizando aspectos do seu eu até aí recalcados (desconhecidos, de que não tinha consciência).

É uma técnica muito boa e que pode ajudar com grande intensidade à erupção de emoções, pois conta com a grande força oriunda da contenção (apoio) emocional gerada pelo grupo, que é fruto duma aceitação incondicional do que é verbalizado e pelo suporte e ajuda em relação às ideias verbalizadas ou dramatizadas pelos seus elementos.

Como técnica grupal, é bem aceite por certos elementos emocionalmente ou socialmente mais frágeis (pela contenção que permite) ou em certas idades em que a vida grupal é importante (ex: adolescência) e a coesão do grupo é causa e consequência da possibilidade proporcionada aos seus elementos de observarem o que são as relações afectivas humanas no seu genuíno sentido, ou seja, para além das resistências ou constrangimentos sociais que frequentemente lhe estão associadas no dia a dia. Geralmente forma-se uma profunda ligação afectiva entre os elementos do grupo, baseada numa intimidade profunda e genuína, que é o motor do crescimento grupal e individual, sendo este vinculo estabelecido entre todos um dos elementos fundamentais da estabilidade do funcionamento grupal ao longo do tempo.


A frequência comum das sessões de psicodrama é semanal, durando cada uma 1h e 30m, e pode ser utilizada em conjunto com outros modelos psicoterapêuticos, tais como sessões de psicoterapia individual.
 
 
 
 
 
 
 
 
Avaliação psicológica consiste na abordagem de alguém no sentido de aferir capacidades específicas da pessoa e/ou definir aspectos da personalidade (que podem incluir também aspectos psicopatológicos). Pode-se portanto utilizar tanto para fins profissionais (escolares como em questões em que esteja em causa a psicopatologia da personalidade).

Realiza-se essencialmente através da entrevista clínica e da passagem de testes psicológicos, sendo também, por vezes, recolhidos elementos importantes junto de terceiros.
 
 
 
 
 
 
A Verdade do Ser Humano está algures perdida e esquecida na sua infância (e na “infância” da Humanidade) e somente pode ser compreendida pelo adulto.
Picasso era um grande amante da arte rupestre.
 
 
 
 
 
 
A Orientação Escolar e Vocacional é uma técnica própria da psicologia que tem o objectivo de aconselhar a pessoa na pesquisa das suas capacidades e aptidões, interesses, motivações e valores profissionais e das tomadas de decisões, quer se trate de jovens em idade escolar, quer se trate de adultos no exercício laboral a quem se levantem duvidas quanto à sua vocação profissional ou pretende efectuar mudanças no seu percurso laboral.

É efectuada geralmente em 4 a 6 sessões, nas quais se utiliza a entrevista livre ou semi-dirigida, fornecimento de informação sobre a realidade escolar ou mundo profissional, assim como se realizam questionários e teste específicos que dão uma noção e apoio à pessoa na tomada de consciência da sua realidade vivencial e como indivíduo, com relevância na área da escolha de uma vida acadêmica/profissional.

De uma forma sistemática, todos os alunos devem realizar consultas de orientação antes do final do 9º ano de escolaridade, de modo a preparar uma boa decisão acerca da área académica por onde devem prosseguir os seus estudos ou decidir se pretende finalizá-los e enveredar pela vida profissional.
 
 
 
Orientação Escolar na primeira metade do séc XX.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Ter dificuldades em ler, escrever ou falar é comum mas há situações que carecem da ajuda de profissionais para serem ultrapassadas, sobretudo quando se é criança.

O Terapeuta da Fala intervém em todas as situações de patologia da fala, da voz e da linguagem oral e escrita, seja qual for a faixa etária.
 
 
 
 
 
Leonardo D´Vinci soube melhor que qualquer outro pintor comunicar através das expressões colocadas nas pinturas e comunicar é, no fundo, a aprendizagem de uma linguagem comum a dois seres.
 
 
 
 
 
 
 
O QUE É?

Terapia Ocupacional é a área da Saúde, que utiliza como recurso terapêutico, diferentes actividades para avaliar, tratar e reabilitar pessoas com disfunções de origem física, psicológica e social, com o objectivo de proporcionar uma maior autonomia e funcionalidade. Faz também o estudo, prescrição e treino de material adaptado para facilitar as tarefas do dia a dia.

QUEM PODE RECORRER?

Recém-nascidos, Crianças, Adolescentes, Adultos e Idosos que apresentem disfunções e/ou distúrbios motores, sensoriais, perceptivos, cognitivos e psicossociais
que dificultem o normal desempenho nas actividades no quotidiano.

QUANDO DEVE RECORRER?

- Perturbações do desenvolvimento infantil e juvenil
- Dificuldades de aprendizagem
- Disfunções sensorio-perceptivo-motoras
- Dificuldades na coordenação de movimentos
- Problemas neurológicos
- Problemas de sensibilidade
- Lesões da mão
- Problemas ortopédicos
- Necessidade de adaptar o espaço físico, utensílios e mobiliário para melhoria da autonomia e funcionalidade
- Necessidade de usar talas para posicionamento articular e/ou auxiliar na função
- Dificuldades em realizar actividades do dia a dia (ex: alimentação, higiene, vestir / despir), lazer, produtivas (trabalho, escola) e outras
- Problemas psicossociais
- Problemas relacionados com a (re)integração social, familiar, educativa e profissional.
- Geriatria/gerontologia
Terapia Ocupacional (dec. Lei 261/93, de 24 de julho)

Terapia Ocupacional é a ?avaliação, tratamento e habilitação de indivíduos com disfunção física, mental, de desenvolvimento, social ou outras, utilizando técnicas terapêuticas integradas em actividades seleccionadas consoante o objectivo pretendido e enquadradas na relação terapeutica / utente; prevenção da incapacidade através de estratégias adequadas com vista a proporcionar ao individuo o máximo de desempenho e autonomia nas suas funções pessoais, sociais e profissionais e, se necessário, o estudo e desenvolvimento das respectivas ajudas técnicas, em ordem a contribuir para uma melhoria da qualidade de vida?

Terapia Ocupacional é o tratamento de condições físicas e psicossociais através do uso de actividades específicas, com o objectivo de proporcionar ao individuo o seu máximo nível de funcionalidade e de independência.
 
 
 
 
 
 
 
 
O QUE É?

Processo que visa o acordo familiar e legal no qual os cônjuges, num contexto de separação/divorcio procedem à regulação do exercício do poder paternal através do pedido voluntariamente a ajuda de uma terceira pessoa. Uma ajuda confidencial de uma pessoa neutra e qualificada para resolver os seus conflitos de uma maneira mutualmente aceitável, que lhes permitirá atingir um Acordo durável e equilibrado que terá em linha de conta os interesses de todos os membros da família, especialmente os das crianças.

OBJETIVOS

- Informar pais e filhos sobre o processo que estão a vive;
- Desenvolver a comunicação entre a família;
- Diminuir os conflitos;
- Responsabilizar ambos os pais;
- Facilitar questões ligadas ao sistema judicial;
- Conduzir à elaboração de um acordo escrito;
- Evitar os frequentes incumprimentos de acordo celebrado.

A QUEM SE DIRIGE?

- Está num processo de separação ;
- Se tem dificuldades em chegar a um acordo com o seu cônjuge ;
- Não quer que os seus filhos percam funcionalmente um dos pais, avós e outros familiares, que são uma parte importante do seu património emocional e social a que têm direito;
Ninguém melhor que você sabe da sua realidade. Mas em situação de crise existem profissionais que podem ajudar sem ter de recorrer a Tribunal ? O Mediador Familiar.

Porque o grande interesse da criança é MANTER AMBOS OS PAIS DEPOIS DA SEPARAÇÃO.